05 de Setembro: Dia da Amazônia - Precisamos refletir!


A maior reserva florestal nativa do mundo, e a maior riqueza natural do Brasil, não pode ser ferramenta de diplomacia e manobra política.




Não queremos aqui repetir mais dados sobre a triste situação pela qual passa a Amazônia.

Todos nós estamos cansados de saber. Só se fala sobre isso nos jornais. Essa crise é sem precedentes. Nunca a floresta foi vítima de tanto fogo.

Nunca tantas metrópoles do país ficaram encobertas de fumaça. Nunca a diplomacia brasileira se viu em tamanho risco por conta do descuido com o meio ambiente.

Mais do que política, vamos falar desta data importante: o Dia da Amazônia.

Anualmente, 5 de setembro é uma data de refletir - e festejar. Mas não estamos em tempo de comemorar.

As seguidas queimadas, os milhões de hectares desmatados, os povos indígenas sob constante ameaça - e nossa reserva natural vendida de forma ilegal. É hora de correr contra o tempo para “apagar o incêndio”. E não resume só ao fogo que devasta a maior floresta nativa do mundo.

A preocupação com a Floresta Amazônica é global.

Países como Alemanha, Noruega e França já mostraram duras retaliações às condutas do Governo brasileiro com relação à Amazônia. Ainda assim o Brasil tem tentado se amparar nas relações que se mantêm: parcerias com Israel e Chile são negociadas para auxiliar no combate às queimadas.

Por quanto tempo mais a Amazônia será pauta em razão do descuido? Precisamos realmente de interferência alheia para passar a valorizar o que é nosso?

Enquanto cidadãos é nosso dever repensar as atitudes que temos com relação ao meio ambiente. Se cada um se dedicar, é possível entender melhor sobre como, juntos, podemos lidar com impactos ambientais, combater práticas que levam ao desmatamento e reduzir os índices de poluição.

Pela maior floresta do mundo. Pelos povos indígenas que há mais de 6 mil anos resistem às agressões. Pela maior expressão cultural e ambiental do nosso país, a Amazônia!

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